Solte Barrabás, Solte Barrabás

O pastor Silas Malafaia está tendo um comportamento no mínimo aético durante essas eleições quando lança sua cruzada preconceituosa contra a candidata do governo.

É claro que ele sabe que o debate sobre o aborto e o homossexualismo não se dará no âmbito do poder executivo e sim no legislativo, não será da competência de Dilma decidir sobre isso, e não é o fato de ela pertencer ao PT que garante que apoiará incondicionalmente qualquer projeto, se assim fosse o Lula que governou 8 anos e é do mesmo partido já teria capitaneado tais projetos.

É pura má-fé, não é simplesmente cego buscando cego para guiar, é uma desonestidade tratar do tema dessa maneira, senão pregaria a desobediência civil já que Serra declarou-se apoiar a união civil homossexual
( http://www1.folha.uol.com.br/poder/754484-serra-se-diz-a-favor-da-uniao-civil-e-da-adocao-de-criancas-por-gays.shtml )
e o aborto, inclusive apoiando quando senador o projeto de lei 78/1993 da senadora Eva Blay do PSDB, ( http://pastorrabugento.blogspot.com/2010/10/se-e-pra-falar-de-aborto-nesta-eleicao.html ) e depois, quando ministro assinando normas técnicas para o SUS implemetar procedimentos para a prática http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf
Fernando Henrique é ateu e a favor da descriminalização da maconha e Ruth Cardoso desafiou até o Papa João Paulo II quando ele esteve no Brasil suscitando tal tema de uma maneira desafiadora ( http://veja.abril.com.br/081097/p_032.html ). Além do mais, não acredito que pena de morte seja preceito cristão, porém o candidato a vice apoiado por Malafaia já propôs plebiscito para discutir tal tema, além de tratar a mendicância como vício ( http://exbancario.blog.br/2010/07/indio-da-costagenro-de-salvatori-cacciolanao-quer-o-pre-sal-para-a-petrobras-para-a-petrobrax-quem-sabe/ )

Desta forma, parece claro que não é fundamentado em princípios cristãos que Malafaia peleja contra a candidatura da Dilma. Uma pena que os cristãos estejam sendo usados para servir à boataria e à desonestidade de campanhas podres, preconceituosas, assemelhando-se inclusive ao fascismo.

Malafaia quer conduzir seu povo como o Fariseu que respondeu a Pilatos quando perguntou o que devo fazer e ele gritou "solte Barrabás" levando consigo os judeus em uníssono "solte Barrabás, solte Barrabás". Se quisesse apoiar candidaturas mais próximas do projeto de cristo, certamente não declararia apoio a Serra.

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ELEIÇÕES 2010 E OS APROVEITADORES DA BOA FÉ E DA CREDULIDADE EVANGÉLICA

Talvez eu tenha falhado como pastor nestas eleições. Digo isso porque estou com a impressão de ter feito pouco para desconstruir ou no pelo menos problematizar a onda de boataria e os posicionamentos “ungidos” de alguns caciques evangélicos. [1]

Talvez o mais grotesco tenham sido os emails e “vídeos” afirmando que votar em Dilma e no PT seria o mesmo que apoiar uma conspiração que mataria Dilma (por meios sobrenaturais) assim que fosse eleita e logo a seguir implantaria no Brasil uma ditadura comunista-luciferiana pelas mãos do filho de Michel Temer. Em outras o próprio Temer seria o satanista mor. Confesso que não respondi publicamente esse tipo de mensagem por acreditar que tamanha absurdo seria rejeitada pelo bom senso de meus irmãos evangélicos. Para além da “viagem” do conteúdo a absoluta falta de fontes e provas para estas “notícias” deveria ter levado (acreditei) as pessoas de boa fé a pelo menos desconfiar destas graves acusações infundadas. [2]

A candidata Marina Silva, uma evangélica da Assembléia de Deus, até onde se sabe sem qualquer mancha em sua biografia, também não saiu ilesa. Várias denominações evangélicas antes fervorosas defensoras de um “candidato evangélico” a presidência da república simplesmente ignoraram esta assembleiana de longa data.

Como se não bastasse, Marina foi também acusada pelo pastor Silas Malafaia de ser “dissimulada”, “pior do que o ímpio” e defender, (segundo ele), um plebiscito sobre o aborto. Surpreende como um líder da inteligência de Malafaia declare seu apoio a Marina em um dia, mude de voto três dias depois e à apenas 6 dias das eleições desconheça as proposições de sua irmã na fé.

De fato Marina Silva afirmou (desde cedo na campanha, diga-se de passagem) que “casos de alta complexidade cultural, moral, social e espiritual como esses, (aborto e maconha) deveriam ser debatidos pela sociedade na forma de plebiscito” [3], mas de fato não disse que uma vez eleita ela convocaria esse plebiscito.

O mais surpreendentemente, porém foi o absoluto silêncio quanto ao candidato José Serra. O candidato tucano foi curiosamente poupado. Somente a campanha adversária lembrou que foi ele, Serra a trazer o aborto para dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) [4]. Enquanto ministro da saúde o candidato do PSDB assinou em 1998 a norma técnica do SUS ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez [5]. Fiquei intrigado que nenhum colega pastor absolutamente contra o aborto tenha se dignado a me avisar desta “barbaridade”.

Também foi de estranhar que nenhum pastor preocupado com a legalização das drogas tenha disparado uma enxurrada de-mails alertando os evangélicos de que o presidente de honra do PSDB, e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso defenda a descriminalização da posse de maconha para o consumo pessoal [6].

Por fim nem Malafaia, nem os boateiros de plantão tiveram interesse em dar visibilidade a noticia veiculada pelo jornal a Folha de São Paulo (Edição eletrônica de 21/06/10) nos alertando para o fato de que “O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta segunda-feira ser a favor da união civil e da adoção de crianças por casais homossexuais.” [7]

Depois de tudo isso é razoável desconfiar que o problema não esteja realmente na posição que os candidatos tenham sobre o aborto, união civil e adoção de crianças por homossexuais ou ainda a descriminalização da maconha. Se o problema fosse realmente o comprometimento dos candidatos e seus partidos com as questões acima os líderes evangélicos que abominam estas propostas não teriam alternativa.

A única postura coerente seria então pregar o voto nulo, branco ou ainda a ausência justificada. Se tivessem realmente a coragem que aparentam em suas bravatas televisivas deveriam convocar um boicote às eleições. Um gigantesco protesto a-partidário denunciando o fato de que nenhum dos candidatos com chances de ser eleitos tenha realmente se comprometido de forma clara e inequívoca com os valores evangélicos. Fazer uma denuncia seletiva de quem esta comprometido com a “iniqüidade” é, no mínimo, desonesto.

Falar mal de candidato A e beneficiar B por tabela (sendo que B está igualmente comprometido com os mesmo “problemas”) é muito fácil. Difícil é se arriscar num ato conseqüente de desobediência civil como fez Luther King quando entendeu que as leis de seu país eram iníquas.

Termino dizendo que não deixarei de votar nestas eleições.

Não o farei por ter alguma esperança de que o Estado brasileiro transforme nossos costumes e percepções morais em lei criminalizando o que consideramos pecado. Aliás tenho verdadeiro pavor de abrir esse precedente.

Não o farei porque acredite que a pessoa em quem votarei seja católica, cristã ou evangélica e isso vá “abençoar” o Brasil. Sei, como lembrou o apóstolo Paulo, que se agisse assim teria de sair do mundo.

Votarei consciente de que os temas aqui mencionados (união civil de pessoas do mesmo sexo, descriminalização do aborto, descriminalização de algumas drogas entre outras polêmicas) não serão resolvidos pelo presidente ou presidenta da república. Como qualquer pessoa informada sobre o tema, sei que assuntos assim devem ser discutidos pela sociedade civil, pelo legislativo e eventualmente pelo judiciário (como foi o caso da lei de biossegurança) [8] com serenidade e racionalidade.

Votarei na pessoa que acredito representa o melhor projeto político para o Brasil levando em conta outras questões (aparentemente esquecidas pelos lideres evangélicos presentes na mídia) tais como distribuição de renda, justiça social, direitos humanos, tratamento digno para os profissionais da educação, entre outros temas. (Ver Mateus 25: 31-46) Estas questões até podem não interessar aos líderes evangélicos e cristãos em geral que já ascenderam à classe média alta, mas certamente tem toda a relevância para nossos irmãos mais pobres.

______________________

NOTAS

[1] As afirmações que faço ao longo deste texto estão baseadas em informações públicas e amplamente divulgadas pelos meios de comunicação. Apresento os links dos jornais e documentos utilizados para verificação.

[2] http://www.hospitaldalma.com/2010/07/o-cristao-verdadeiro-nao-deve-votar-na.html

[3]http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/marina+rebate+declaracoes+de+pastor+evangelico+silas+malafaia/n1237789584105.html

Ver também

http://www1.folha.uol.com.br/poder/805644-lider-evangelico-ataca-marina-e-anuncia-apoio-a-serra.shtml




[4]http://blogdadilma.blog.br/2010/09/serra-e-o-unico-candidato-que-ja-assinou-ordens-para-fazer-abortos-quando-ministro-da-saude-2.html

[5] http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

[6] http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=856843&tit=FHC-e-intelectuais-pedem-legalizacao-da-maconha

[7] http://www1.folha.uol.com.br/poder/754484-serra-se-diz-a-favor-da-uniao-civil-e-da-adocao-de-criancas-por-gays.shtml

[8] http://www.eclesia.com.br/revistadet1.asp?cod_artigos=206

Fonte: Segunda Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte

2/10/2010


PS: Não se esqueçam de divulgar a lista de emails falsos contra a Dilma, com os links para os textos que provam que são falsos, estou atualizando à medida em que recebo novos hoaxes. Clique aqui para ver

PS2: Também deixo a minha carta aos evangélicos, explicando que ainda que você acredite abortar é pecado e quem faz vai para o inferno ou que casamento homossexual é pecado e aceitá-lo é contra os princípios cristãos, e ainda se Dilma fosse a favor de implementar tudo isso, não seria motivo para celeuma ou para não votar nela. Clique aqui para entender o porquê.




PS3:Votar nulo ou em branco não é opção, é omissão. Você está entregando o país à escolha dos outros, e sofrerá as consequências da escolha alheia. Seja consciente.

PS4: Amigo Cristão, peça orientação de Deus e não olhe Dilma com maus olhos por causa das mentiras que ouviu. Não seja preconceituoso. Se você não tem certeza se as mentiras são verdade ou não, presuma inocência, aja e pense nela como inocente. Isso é ter bons olhos. E Jesus disse (está escrito) que se teus olhos forem bons, todo teu corpo será luminoso,; se teus olhos forem maus, todo teu corpo andará em trevas. Quem quer fazer teus olhos maus quer que teu corpo ande em trevas.

Texto original no site da segunda igreja Presbiteriana de Belo Horizonte: http://www.segundaigreja.org.br/noticias_view.asp?id=340
Rev. Sandro Amadeu Cerveira (02/10/10)

A CAMPANHA PAUTADA PELA MÍDIA

Se agosto é o mês do desgosto e este correra em água morna, setembro fez-se presente, reavivando o que antes eu afirmei nesta publicação ser o espírito da UDN em busca de um salvador “mar de lama” a quem acusar.

Existente ou não, o estilo lacerdista aflorou e o ex-governador de São Paulo começa a atuar como Serra, vindo com tudo. Meu argumento parte de um fato contumaz. Nesta disputa eleitoral são as empresas jornalísticas que pautam os temas da campanha e não ao revés.

Como o acaso não é o fator determinante na política, exponho algumas dúvidas de fundo quanto aos tempos de produção jornalísticos empregados. Para mim, o intrigante nestas peças de acusação moral (a localizada na Receita e agora, mais recentemente, na Casa Civil) através de canhões midiáticos, é sua temporalidade.

Traduzindo. Ocorrendo o escândalo da quebra de dados sigilosos em abril e setembro de 2009, por que os mesmos se tornam munição de campanha agora? Poderíamos afirmar o fato midiático como “requentado”?

Vejamos o caso dos dados sigilosos. Se a quebra de sigilo é corriqueira (podendo ser comprados em camelôs do Centro de São Paulo) e sendo atingidos no episódio a quase duas centenas de brasileiros, por que os nomes elencados como “alvos” são os do alto tucanato ou parentes do candidato do PSDB?

Outra possibilidade, digna de um livro-reportagem do genial jornalista argentino Rodolfo Walsh, é supor a manobra inversa. Esta parte da premissa que teria havido a quebra de sigilo intencional por motivos políticos. E, para forjar o argumento de uma estórica cobertura, atingem nomes de gente vinculada e anônimos, como possibilidade de manobra diversionista, cobrindo os rastros eleitorais.

A conjectura acima é algo perfeitamente possível e, segundo qualquer manual de inteligência, tal fato é mais que comum. A única evidência é de que os acusados de haver violado os sigilos fiscais são ou foram filiados ao PT. Já os reais mandantes, se é que existe um ou mais coordenadores da ação, estes continuam encobertos.

Não entro no mérito se há ou não critério de relevância da notícia, porque o tema é importante. Assim como tem relevância e impacto a suposição de possibilidades de tráfico de influência a partir de relações familiares por dentro da Casa Civil, sendo esta denúncia matéria de capa de Veja, edição de 11 de setembro de 2010 e com a manchete “O polvo no poder”.

O que coloco em debate é a temporalidade desta pauta. Qualquer pessoa não leiga em comunicação e política sabe que os enunciados, antes de virem a público, são fruto de larga negociação e relações de força. Que o diga a Operação Castelo de Areia!

Soa no mínimo “curioso” estarem estas pautas em manchetes garrafais justamente no momento em que Dilma apontava para a vitória já em primeiro turno. Também transparece a mesma “curiosidade” o fato da matéria de capa da revista semanal Carta Capital, edição número 613, com o título “Quem bisbilhota quem” não ter tido a mesma repercussão nos telejornais.

Até pode ser alegado que o impacto da revista semanal do grupo Abril no meio do jornalismo profissional é maior do que a publicação de Mino Carta. Mas, prefiro a hipótese de que a proximidade das linhas editoriais e preferências políticas (porque todos nós as temos) seja o critério de definição dos textos de escalada dos noticiários televisivos e das manchetes em mídia impressa e eletrônica.

Concluo com algumas evidências. Ambos os lados têm episódios nebulosos em seus governos e aliados comuns mais do que comprometedores. Diante disso, a gravidade dos fatos perde seu poder de chocar. Isto se dá por três razões. Primeiro, porque as campanhas são personalistas, não há instrumento de identificação coletiva que ultrapasse a idéia básica da “turma da fulana” ou “turma do fulano”.

Segundo, boa parte dos fulanos e beltranos que foram governo tanto na Era FHC como agora no final dos oito anos de Lula, assim seguirão sendo, ganhe quem ganhar. Por fim, o eleitorado se comporta de forma pragmática e, estando superado o índice de rejeição, deixa as reputações e a moral para um segundo plano.



Bruno Lima Rocha é cientista político www.estrategiaeanalise.com.br /

Lula é a minha anta

O título desta postagem é o mesmo de um livro do "colonista" da revista veja Diogo Mainardi. Na verdade serve para muito bem ilustrar o que acontece no Brasil durante a era Lula.

Impressiona-me o dilema dos historiadores do futuro para entender como um homem tão criticado alcançou índices tão altos de popularidade e números economicos e sociais tão favoráveis.

O problema do preconceito da grande mídia contra o presidente Lula vem desde a campanha de 1989 quando a globo editava reportagens para favorecer Collor. Depois com Fernando Henrique seguia o conselho do seu ministro: "O que é bom a gente mostra o demais a gente esconde. Não temos escrúpulos".

Bóris Casoy ria da cara de Lula com deboche depois de ouvir um cala boca. Como um ser superior, um senhorio de escravos que não aceita a palavra daquele sob sua sujeição.

Ultimamente Willam Wack foi pego destilando seu ódio contra a candidata do governo e para clarear ainda mais a intenção preconceituosa da mídia elitista aconteceu o caso da quebra do sigilo de várias pessoas que ganhou notoriedade completamente desproporcional e visivelmente objetivando envolver no caso a campanha da candidata governista.

Graças ao amadurecimento político do brasileiro e sobretudo aos enormes avanços que o país tem vivido desde que o PT chegou ao topo não estamos mais sujeitos a este quarto poder que ajudou a consolidar oligarquias regionais, partidos conservadores, golpistas e ditadores em geral. Enfim, os meios de comunicação que formou a fina flor
da sociedade brasileira, que montou uma elite corrupta e preconceituosa percebe que já não influi mais tanto na consciência das pessoas, que não nos sujeitam mais à seus podres objetivos.

O que importa mesmo para nós aqui debaixo é que nossa vida melhorou e muito. Destarte, só pra concluir, eu espero que a nata da grande mídia ouça meu singelo conselho:

-Vão pra puta que os pariu.

Um olhar sobre a coerência eleitoreira

Tenho ouvido alguns candidatos utilizarem a coerência como propaganda de seu projeto político. Mas será que se pode dar crédito para tal assertiva eleitoral?

Reparemos que José Agripino já apoiou e já foi apoiado por todos os seus adversários aqui no Estado, anos elogia, anos critica conforme balança o pêndulo dos seus objetivos eleitoreiros.

Senão, lancemos à baila o triste episódio da venda da COSERN em que Garibaldi queimou na fornalha de Nabucodonosor e quando o fogo baixou Agripino se converteu ao Deus de Garibaldi que se tornara o anjo que salvou Daniel da chama.

Raimundo Fernandes, filiado ao partido que está de cima, dança conforme a música toca, campanha ouvimos seus vivas, outras suas delações.

WIlma já beijou José Agripino, flertou com Garibaldi e agora namora com o PT.

Nesta pérfida selva, trinta moedas é até muito para o exército de políticos dispostos a representar Judas.

Que lástima mesmo, ainda há quem arrote coerência em seu discurso.

Até Serra quer garupa de Lula

Pois não é que José Serra está tentando montar na garupa do Lula, no programa eleitoral se mostrou ao lado de Lula enquanto esconde a imagem de FHC.

Agora quem não aceita a garupa do Lula é a imprensa que além de trazer "reportagens especias" em telejornais com o claro objetivo eleitoral está dando a entender que forja debates como ocorreu no da Folha/UOL onde pelo menos três dos escolhidos para fazer perguntas a Dilma eram ligados ao PSDB.

Para concluir este breve post gostaria de convidar a todos os qualificados leitores deste blog para abrilhantar o meu twitter com vossas magníficas presenças: www.twitter.com/adrianodeleca