Voltei



O carnaval nada mais é do que um festival de bundas onde tudo é permitido. E depois de prestigiar várias nádegas retratadas durante a festa profana o nosso blog está de volta revigorado e cheio de novidades para agradar o qualificado leitor.

Carnaval

Nosso blog fará uma pausa para o carnaval voltando na quarta feira de cinzas e para a diversão de nossos leitores durante esse interstício vamos publicar um monte de bobagem colhidas dos mais variados blogs da web.










Bebam com moderação e muito cuidado com os excessos e estropolias durante o carnaval e lembrem-se usem sempre camisinha.

Uns com muito outros com pouco

É um grande dilema a arte de amar, conseguir dominá-la consiste em encontrar um ponto de equilíbrio muito delicado.

Dedico a postagem de hoje aos que estão aflitos com os caprichos impostos pelos sentimentos.

Don juan se envergonha
Ton cruise é um invejoso
Gianecchini é presunçoso
E Anthony fuma maconha
Di Caprio é coisa medonha
Quando dele tem notícia
Santoro chama a polícia
Com ódio dum namorador
que até mesmo sem malícia
Conquista mais um amor


Ora! que arte mesquinha
Que injustiça profunda
Uns com fartura de bunda
Outros só com uma bandinha
Uns com tanta farinha
outros morrendo sem fé
Uns que vão pro cabaré
Quando a vontade padece
Uns que pra ter, só com prece
Outros sobrando mulher.

Carrossel



Quem assistiu à novela Carrossel que foi ao ar no SBT na década de 90 deve se lembrar da malvada Maria Joaquina. Olha o que aconteceu com ela, virou um anjo.

O café que na verdade era feijão

Chiquinho de Abdoral transportava café de Minas Gerais para torrefação de Louro Fontes em José da penha.

Havia pouco tempo que um novo fiscal tributário trabalhava nessa região e exercia implacavelmente a sua função se tornando, muitas vezes, até arrogante.

Um dia chiquinho se aproximava do destino final já cansado e entediado quando foi abordado pelo soberbo guarda do fisco.

A nota do produto vinha descrevendo a carga como feijão, uma maneira de minorar a tributação, mas o forte cheiro do café era inconfundível.

O fiscal não se contentou em multar a empresa e começou a oprimir o entediado caminhoneiro.

-Feijãozinho cheiroso, me convide pra comer um cozinhado.

Chiquinho já não aguentava mais o fiscal atrás dele, dizendo uma coisa ou outra.

Na hora da autuação o guarda, ainda insatisfeito, perguntou se era feijão.

- Sabe de uma coisa? isso aí é feijão sim!

O guarda riu, mas Chiquinho insistiu.

-É feijão!

O fiscal foi ficando impressionado com a convicção de Chiquinho e aí começou a teima.

-É café!

-É feijão!

Quando o servidor se levantou alterado Chiquinho puxou um revólver enfiou em um dos sacos e trouxe o cano cheio de café, mandou o fiscal abrir a mão, derramou o café e perguntou.

-É feijão ou é café?

- Rapaz esse feijão carioquinha é isento de imposto. Porque você não disse logo que era feijão? vá com Deus e a virgem Maria.

Entrevista bombástica

param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PeUQ-MuNWzQ&hl=pt-br&fs=1">">

Falta de importante acessório revela indentidade de Maria Gorda.

Maria Gorda, que nem era mesmo gorda, talvez um pouquinho acima do peso, tomava conta de um pequeno comércio que vendia os mais variados produtos.

De tão estreito o seu ponto comercial, teve que construir um pequeno sotão para abrigar uma parte de suas mercadoria.

Outra característica de Maria era sua vaidade, ela não era bonita porém estava sempre de cabelos pintados, unhas bem feitas, maquiagem no rosto...

Ultimamente havia tingido o cabelo com um loiro muito claro, que se destacava bastante.

Manoel do Letreiro tinha ido até a venda de Maria comprar rojão para comemorar a festa do padroeiro do sítio Baixa do fogo, São sebastião.

Foi aí que maria percebeu que não tinha esse produto na prateleira e foi obrigada a subir pela pequena escada até o sotão se não quisesse perder a venda. Ficou muito constrangida pois se lembrara que não estava usando calcinha. Mesmo assim continuou já que os lucros obtidos com o negócio seria mais importante do que mostrar a genitália a Manoel do Letreiro.

Quando chegou no último degrau da escada olhou para baixo e notou os olhos aboticados de Manoel em sua direção, não se conteve e reclamou:

-Tô vendo que o senhor é muito mal educado!

O freguês, sem desviar a vista tampouco a concentração replicou:

-E eu tô vendo que a senhora num é galega de jeito nenhum.