Quando acreditava que havia destravado a máquina administrativa e que iria dotar o município de Pau dos Ferros com uma infraestrutura digna de uma cidade polo, o prefeito Leonardo Rego (DEM) descobriu que os “pepinos” gerados pelo ex-prefeito Nilton Figueiredo ainda iriam gerar muita dor de cabeça nele até 2011, obrigando-o, inclusive, a refazer o cronograma de obras previsto em orçamento para esses três anos.
O valor exato do “pepino” é R$ 2.575.000,00. São precatórios, ou seja, dívidas trabalhistas, dívidas junto a fornecedores que passaram pela Justiça e que agora a Prefeitura não tem outra saída. Terá que pagar. E este ato é feito sem pena e sem dó. Há poucas semanas, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) convocou o prefeito Leonardo Rego, advogados e contadores para pagar os R$ 2,5 milhões.Ao JORNAL DE FATO, o prefeito Leonardo Rego se mostrou irritado com a forma como a dívida milionária se formou para a Prefeitura de Pau dos Ferros pagar. “Foi à revelia, foi irresponsabilidade deste ex-prefeito que não quero nem mencionar o nome”, revolta-se Leonardo Rego, citando como exemplo o caso de um cidadão que tinha um débito com a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande (CAERN) que não podia pagar. Levou ao prefeito, que se responsabilizou pela dívida, no entanto, além de não pagar ainda deixou que a Justiça condenasse a Prefeitura a pagar um valor dez vezes maior. Para tentar reduzir o tamanho do impacto nas contas da Prefeitura, o prefeito Leonardo Rego apresentou projeto na Câmara Municipal mudando o valor mínimo para uma dívida trabalhista transitada em julgada ser paga pela Prefeitura de 30 salários mínimos para apenas 5. Se não fosse essa lei aprovada na Câmara Municipal, mais de 50% do orçamento de 2009 da Prefeitura seria descontado pela Justiça antes de chegar ao município. “Como é que eu ia pagar os servidores?”, indaga Leonardo.O prefeito acrescenta ainda que esta foi a “surpresa” ruim deixada pelo ex-prefeito que foi descoberta agora. No início da gestão, ele teve acesso à coisa pior. Foram as contas para pagar na Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN) (R$ 2,6 milhões), Caern (R$ 1 milhão) e um débito parcelado no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), onde o valor mensal descontado na fonte era de R$ 190 mil/mês. “Somando todos os parcelamentos, passei os primeiros três anos de governo com 50% do orçamento comprometido”, lamenta Leonardo.Para se ter uma idéia do tamanho do prejuízo para o cidadão comum, somente em 2008, depois que os primeiros “pepinos” foram diminuídos, a Prefeitura de Pau dos Ferros fez dez obras importantes com recursos próprios. Para 2009, havia previsão de dobrar esse investimento, mas agora, com o novo “pepino” de R$ 2,5 milhões, que será pago em parcelas de R$ 40 mil em 2009, R$ 75 mil em 2010 e de R$ 95 mil em 2011, talvez os investimentos da Prefeitura com recursos próprios nesse período de três anos não sejam 30% do que aconteceu em 2008.
Pau dos Ferros é o segundo maior devedor de precatórios do RN. No site do Tribunal Regional do Trabalho existe uma lista de municípios que já negociaram suas dívidas neste ano. Não estão todos, inclusive o maior devedor de todos, que é o município de Santa Cruz, segundo foi informado o prefeito Leonardo Rêgo na própria Justiça Federal.Em situação ainda mais delicada, por ser menor, está o município de Marcelino Vieira, que terá que pagar em 47 parcelas um débito de 1,3 milhão. A pequena cidade de Várzea também está com seu orçamento comprometido nos próximos quatros anos. Parcelou em 40 parcelas débito de R$ 1,1 milhão.Outro município de pequeno porte também com as finanças comprometidas é Francisco Dantas. O atual prefeito reclama que todo dia chegam novas cobranças e algumas não existem qualquer documento na Prefeitura deixado por quem gerou essa dívida comprovando. “Legalmente eu não posso pagar”, diz.A cidade de Pendências, no Vale do Açu, também está em situação complicadíssima. O débito por lá de precatórios é de R$ 1,58 milhão, que foi parcelado em 35 meses. Goianinha, que também é pequena, deve 1,6 milhão em precatórios, que pretende pagar em 35 parcelas.
Nilton não foi encontrado para comentar denúnciaPau dos Ferros - A equipe de reportagem do JORNAL DE FATO procurou o ex-prefeito Nilton Figueiredo em Pau dos Ferros para ele comentar as declarações do prefeito Leonardo Rego.Em todos locais visitados, a informação é que ele estava em Natal. No Posto de Combustível de Segundo Melo, segundo Leonardo Rego, se ele for lá, os donos do posto tomam o carro dele para pagar dívidas do passado.Um ex-servidor de Nilton Figueiredo em Pau dos Ferros forneceu um telefone, que segundo ele, a equipe poderia encontrá-lo em Natal. A pessoa que atendeu disse que não sabia quem era Nilton Figueiredo. Também tentamos celular, mas este sequer foi atendido.
FONTE: Jornal de Fato
Breves Observações sobre o caso Chico Lopes
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Adriano Fontes
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Ora! Chico Lopes não foi exonerado do cargo para o qual foi nomeado, qual seja, assistente legislativo. Portanto continua como servidor da câmara sendo-lhe devido os vencimentos dos meses posteriores à sua exoneração do cargo de secretário daquela casa (ele nunca exerceu formalmente este cargo).
Certamente, o intento do presidente foi afastar definitivamente o servidor de suas atividades, todavia não foi desta vez, haja vista os vícios que ocorreram durante o ato de sua exoneração, além da tutela que envolve o servidor no âmbito da hermenêutica jurídica.
Certamente, o intento do presidente foi afastar definitivamente o servidor de suas atividades, todavia não foi desta vez, haja vista os vícios que ocorreram durante o ato de sua exoneração, além da tutela que envolve o servidor no âmbito da hermenêutica jurídica.
Peleja de Pedro Vitor com as regras de etiqueta.
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Adriano Fontes
em quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
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Os mais antigos guardavam certas formalidades quanto a cortesia, a saudação, enfim, em relação a educação de uma pessoa para com a outra.
Pedro Vitor não era diferente, mas o ermo em que vivia não o ajudava a compreender certas cerimônias, contudo sempre se esforçou muito para tratar a todos com muita cordialidade e de acordo com os exigentes padrões impostos pela civilidade.
Lá na Serra do camelo vivia sua empreitada bucólica quando numa tarde de domingo recebeu a visita de Moreira Fontes.
Convicto da educação do visitante Pedro fazia tudo para agradar, ofereceu água, café, uma confortável cadeira de fitilho e uma boa prosa.
Quando chegou a hora da despedida Pedro acompanhou Moreira até o cavalo ajudando-o a pôr-se sobre o ruminante.
Concluido o esforço, como bem educado que era, Moreira agradeceu.
-Bem recebido!
Segundo as regras de boa etiqueta, Pedro Vitor teria que responder "de bom grado". No entanto, desconhecedor da resposta certa, olhou arregalado para Moreira que esperava a resposta, coçou a cabeça, ficou ancioso e replicou.
-Dê lembrança a sua mãe.
Moreira sorriu, esporou o cavalo e galgou pelos campos afetuoso com a lembrança de sua tenra mãe falecida havia mais de vinte anos.
Pedro Vitor não era diferente, mas o ermo em que vivia não o ajudava a compreender certas cerimônias, contudo sempre se esforçou muito para tratar a todos com muita cordialidade e de acordo com os exigentes padrões impostos pela civilidade.
Lá na Serra do camelo vivia sua empreitada bucólica quando numa tarde de domingo recebeu a visita de Moreira Fontes.
Convicto da educação do visitante Pedro fazia tudo para agradar, ofereceu água, café, uma confortável cadeira de fitilho e uma boa prosa.
Quando chegou a hora da despedida Pedro acompanhou Moreira até o cavalo ajudando-o a pôr-se sobre o ruminante.
Concluido o esforço, como bem educado que era, Moreira agradeceu.
-Bem recebido!
Segundo as regras de boa etiqueta, Pedro Vitor teria que responder "de bom grado". No entanto, desconhecedor da resposta certa, olhou arregalado para Moreira que esperava a resposta, coçou a cabeça, ficou ancioso e replicou.
-Dê lembrança a sua mãe.
Moreira sorriu, esporou o cavalo e galgou pelos campos afetuoso com a lembrança de sua tenra mãe falecida havia mais de vinte anos.
Cada um constrói a sua história.
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Adriano Fontes
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Já publiquei vários textos neste blog miúdo acerca da perseguição que alguns políticos insistem em executar contra seus adversários depois de seu projeto político lograr êxito.
Vamos usar analogia histórica para mostrar como os déspotas atravessam a posteridade e como os pacificadores escrevem seus nomes nos anais da vida.
Maximilien Robespierre foi uma das almas da revolução francesa que norteia até hoje a democracia no mundo. Lutou por causas nobres como voto universal. Todavia, quando os jacobinos assumiram os lemes da revolução houve uma grande perseguição a adversários. O lapso compreendido entre maio de 1793 e julho de 1794 ficou conhecido como período do terror. Robespierre semeou tanto ódio que acabou preso e morto pela burguesia que tomou o poder até então controlado pela facção da montanha. A história dele, que iniciou-se como a primavera, acabou sombria como as tempestades do inverno boreal.
Luís Alves de Lima e Silva entrou para para o campo iluminado da história como Duque de Caxias, patrono do exército brasileiro. Viveu em uma época de grande efervescência política, revoltas em todas as regiões do país, conseguiu manter a integração nacional e recebeu o epíteto de pacificador. O Duque acreditava que a derrota já era grande humilhação para o inimigo e por isso anistiava o oponente. Tratava com cordialidade até o mais ferrenho adversário, ficou conhecido como sinônimo de virtudes. Gilberto Freyre acreditava que o caxiismo deveria ser ensinado na escola. Suas qualidades morais estão consolidadas nas páginas compiladas da história pela sua bravura, inteligência, comando e sinceridade.
Vamos usar analogia histórica para mostrar como os déspotas atravessam a posteridade e como os pacificadores escrevem seus nomes nos anais da vida.
Maximilien Robespierre foi uma das almas da revolução francesa que norteia até hoje a democracia no mundo. Lutou por causas nobres como voto universal. Todavia, quando os jacobinos assumiram os lemes da revolução houve uma grande perseguição a adversários. O lapso compreendido entre maio de 1793 e julho de 1794 ficou conhecido como período do terror. Robespierre semeou tanto ódio que acabou preso e morto pela burguesia que tomou o poder até então controlado pela facção da montanha. A história dele, que iniciou-se como a primavera, acabou sombria como as tempestades do inverno boreal.
Luís Alves de Lima e Silva entrou para para o campo iluminado da história como Duque de Caxias, patrono do exército brasileiro. Viveu em uma época de grande efervescência política, revoltas em todas as regiões do país, conseguiu manter a integração nacional e recebeu o epíteto de pacificador. O Duque acreditava que a derrota já era grande humilhação para o inimigo e por isso anistiava o oponente. Tratava com cordialidade até o mais ferrenho adversário, ficou conhecido como sinônimo de virtudes. Gilberto Freyre acreditava que o caxiismo deveria ser ensinado na escola. Suas qualidades morais estão consolidadas nas páginas compiladas da história pela sua bravura, inteligência, comando e sinceridade.
Sessão control C control V
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Adriano Fontes
em quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
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Garimpando o que há de melhor na web chegamos ao blog cunhão trincado( www.cunhaotrincado.blogspot.com ) alhures citado no simples, porém boas como um compêndio filosófico editado a partir da serra de Portalegre.
O blog supra, além da erudição de seu editor, é muito cômico e representa um alívio virtual para os amantes de uma boa leitura.
O texto abaixo foi extraido do cunhão trincado.
capa, corpete de couro, máscara e botas
Uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira, seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.
No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: Você é a mulher da minha vida, eu te amo! Fizemos amor apaixonadamente.
A amante contou a sua versão:- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!
Aí a casada contou sua história:- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado. Pra incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:
- Fala aí, Batman, cadê a janta?
O blog supra, além da erudição de seu editor, é muito cômico e representa um alívio virtual para os amantes de uma boa leitura.
O texto abaixo foi extraido do cunhão trincado.
capa, corpete de couro, máscara e botas
Uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira, seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.
No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: Você é a mulher da minha vida, eu te amo! Fizemos amor apaixonadamente.
A amante contou a sua versão:- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!
Aí a casada contou sua história:- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado. Pra incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:
- Fala aí, Batman, cadê a janta?
Pau dos Ferros para onde vais?
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Adriano Fontes
em terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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Assisti recentemente numa emissora regional de televisão uma entrevista do Prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rego, o qual, metricamente, destacava as potencialidades do município, como pólo regional e centro de convergência para as demais cidades do alto oeste potiguar.
Confesso que fiquei admirado, não pelo fato de ser o Prefeito um exímio administrador, bom orador e afins, nem ao menos pelo fato de estar na TV, mais pelo fato de que por meio de um prescrutamento até despretensioso concluirmos que havia uma verdade concreta no que atine as potencialidades deste município.
O cenário urbano de Pau dos Ferros altera-se com freqüência graças à dinâmica imobiliária que impregna o mesmo. Tem-se na área urbana um dos metros quadrados mais caros, proporcionalmente, mesmo em relação aos grandes centros do Estado. O crescimento populacional, que supera em muito seu crescimento vegetativo ou natural, é fruto da migração de pessoas, famílias inteiras de outras cidades da região, principalmente, para agregarem-se a força rudimentar necessária a construção civil. Entretanto, o desiderato de tal migração tem mudado nos últimos anos, pelo fato de Pau dos Ferros está se tornando uma cidade universitária com a chegada do Centro Federal de Educação – CEFET e futuramente a perspectiva da vinda da UFERSA - Universidade Federal Rural do Semi-árido.
Sobre este enfoque vale destacar que essa é uma das poucas cidades do interior do Estado que ostenta um curso de Mestrado, o que ocasiona sem sombra de dúvidas a elevação do conceito de cidade universitária, educada e inteligente.
São, indubitavelmente, vários e variados os motivos que embasam a pergunta alhures estatuída na intitulação desta epístola, contudo, subsidiado apenas em uma visão panorâmica de Pau dos Ferros e de sua postura urbana, podemos aferir que esta cidade vislumbra ares de fortalecimento, enobrecimento, galgando status de “grande” e “atrativa”, entretanto, não podemos esquecer que tais adjetivações implicam em responsabilidades para o poder público.
Não pode ser olvidado o planejamento urbano e nenhum detrimento pode incidir sobre os valores históricos e culturais da população de Pau dos Ferros.
Por Marciel Antonio de Sales, Contabilista, servidor federal, acadêmico de direito, cidadão patuense, candidato a prefeito de Grossos-RN, professor nas horas vagas, membro da NOF, ufólogo e ministro do governo do Monte Olimpo.
Confesso que fiquei admirado, não pelo fato de ser o Prefeito um exímio administrador, bom orador e afins, nem ao menos pelo fato de estar na TV, mais pelo fato de que por meio de um prescrutamento até despretensioso concluirmos que havia uma verdade concreta no que atine as potencialidades deste município.
O cenário urbano de Pau dos Ferros altera-se com freqüência graças à dinâmica imobiliária que impregna o mesmo. Tem-se na área urbana um dos metros quadrados mais caros, proporcionalmente, mesmo em relação aos grandes centros do Estado. O crescimento populacional, que supera em muito seu crescimento vegetativo ou natural, é fruto da migração de pessoas, famílias inteiras de outras cidades da região, principalmente, para agregarem-se a força rudimentar necessária a construção civil. Entretanto, o desiderato de tal migração tem mudado nos últimos anos, pelo fato de Pau dos Ferros está se tornando uma cidade universitária com a chegada do Centro Federal de Educação – CEFET e futuramente a perspectiva da vinda da UFERSA - Universidade Federal Rural do Semi-árido.
Sobre este enfoque vale destacar que essa é uma das poucas cidades do interior do Estado que ostenta um curso de Mestrado, o que ocasiona sem sombra de dúvidas a elevação do conceito de cidade universitária, educada e inteligente.
São, indubitavelmente, vários e variados os motivos que embasam a pergunta alhures estatuída na intitulação desta epístola, contudo, subsidiado apenas em uma visão panorâmica de Pau dos Ferros e de sua postura urbana, podemos aferir que esta cidade vislumbra ares de fortalecimento, enobrecimento, galgando status de “grande” e “atrativa”, entretanto, não podemos esquecer que tais adjetivações implicam em responsabilidades para o poder público.
Não pode ser olvidado o planejamento urbano e nenhum detrimento pode incidir sobre os valores históricos e culturais da população de Pau dos Ferros.
Por Marciel Antonio de Sales, Contabilista, servidor federal, acadêmico de direito, cidadão patuense, candidato a prefeito de Grossos-RN, professor nas horas vagas, membro da NOF, ufólogo e ministro do governo do Monte Olimpo.
O ócio como bálsamo para o espírito
Postado por
Adriano Fontes
em segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
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Há alguns dias descobrimos que a vida consiste em ser feliz e passamos a observá-la de modo mais singelo, muito mais poético.
A nova ordem filosófica, que nasceu em uma conversa descontraída, consiste no despojamento das aflições que a vida moderna nos impõe, consiste em viver mais feliz, sem a arrogância do acúmulo, sem o despotismo do trabalho, sem a soberba do excedente.
Arístoteles nos dá o mote: "O ócio nos oferece o prazer, felicidade e a satisfação de viver, que não são experimentados pelos homens ocupados demais...
...O ócio parece ser um fim em si mesmo, uma vez que todos os homens consideram que ele vem acompanhado de prazer e não de sofrimento".